A dor tem uma causa. Trato sem medicamento.
Você já tomou remédio, fez exame, tentou fisioterapia convencional, e a dor sempre volta. Porque na maioria das vezes ela não nasce onde dói.
Atendimento particular. Avaliação e tratamento já na primeira sessão, presencial no Instituto Sanar, em Florianópolis.
Fisioterapeuta + Osteopata
Você se reconhece em alguma dessas situações?
Na maioria das vezes, o problema real é como o seu corpo se adaptou ao estresse acumulado, e é por isso que a dor volta.
Quero tratar a causaDor não precisa fazer parte do seu treino.
Quem nada, pedala e corre repete o mesmo gesto milhares de vezes por semana. Quando a dor aparece e volta a cada aumento de treino, raramente o problema está só onde dói: está na forma como o corpo compensou a carga.
Na avaliação osteopática, encontro a origem da sobrecarga e trato a causa, não só o sintoma. O objetivo é você voltar a treinar e competir com segurança, sem depender de anti-inflamatório.
O que trato em corredores e triatletas
- Lesões musculares e tendinopatias
- Fascite plantar
- Canelite
- Dor no joelho do corredor
- Dor lombar e cervical na posição do pedal
- Dor no ombro da natação
- Lesão que volta a cada aumento de volume ou intensidade
Onde dói raramente é onde está o problema.
"Quando você aprende a ler o corpo como sistema, as respostas que antes levavam meses aparecem em sessões."Juliana Amaral
Você já tratou o sintoma. Aqui tratamos a causa estrutural.
O corpo não é uma soma de partes. É uma teia. Uma tensão na fáscia aparece como dor no joelho. Uma restrição no sistema nervoso autônomo se manifesta como dor muscular que nunca some. A dor nasce no estresse acumulado, numa disfunção visceral, numa cicatriz antiga ou num trauma que o corpo nunca processou. Com osteopatia, ondas de choque e um olhar que enxerga o corpo como um todo, encontro essa causa e já começo a tratar na primeira consulta.
Um arsenal que outros fisioterapeutas não têm
Osteopatia europeia, Mulligan, McKenzie, fáscias, cicatriz, sistema nervoso autônomo, ondas de choque e laser vermelho. São 10 anos de formação contínua para resolver o que o protocolo padrão não resolveu.
Ondas de choque com diagnóstico osteopático
A diferença começa antes de ligar o aparelho. Com avaliação osteopática, identifico a causa estrutural real, não apenas o ponto que dói. A tecnologia é aplicada com precisão, no lugar certo, pela razão certa.
Diagnóstico que vai onde os exames não vão
Com raciocínio osteopático, identifico restrições fasciais, compensações e tensão no sistema nervoso autônomo que a imagem não mostra.
Tratamento desde a primeira sessão
Você não sai da primeira consulta só com um diagnóstico. Avalio o corpo como um todo, apresento uma estimativa realista do tratamento e já começo a tratar na mesma sessão.
Tratamentos focados na causa da dor.
Osteopatia
Tratamento manual que identifica e libera restrições no sistema musculoesquelético, visceral e craniano. Formação europeia que trata o corpo como sistema integrado, buscando a causa real da dor, não apenas o ponto de dor.
Terapia de Ondas de Choque
Tecnologia de regeneração tecidual aplicada com diagnóstico osteopático. Antes de ligar o aparelho, avalio a causa estrutural da lesão, para o tratamento ir onde realmente precisa, não só onde dói. Indicada para tendinites crônicas, fascite plantar, calcificações e lesões que não respondem ao tratamento convencional.
Laser Vermelho
Fotobiomodulação com ação anti-inflamatória, analgésica e regeneradora. Acelera a cicatrização, reduz a dor aguda e potencializa os resultados do tratamento osteopático. Sem efeitos colaterais.
Método McKenzie
Abordagem baseada em evidências para dores na coluna e extremidades. Identifica o padrão mecânico individual e prescreve exercícios específicos para centralização e resolução da dor, com foco na autonomia do paciente.
O que costuma acontecer quando a causa é tratada.
Paciente com dor de cabeça quase diária, já tinha passado por neurologista e feito exames por medo de ser algo grave. A origem estava na cervical, não na "enxaqueca". Com o tratamento da causa, a frequência das crises caiu e o humor e a disposição no dia a dia melhoraram.
Paciente com dor lombar recorrente, já tinha usado vários medicamentos sem melhora definitiva. Ao identificar a real adaptação do corpo, não só o segmento que doía, foi possível voltar às atividades rotineiras sem depender de remédio.
Paciente com zumbido no ouvido, orientado por outro especialista a "aprender a conviver com isso". Investigando o corpo como sistema integrado, foi possível trabalhar a causa estrutural associada e reduzir o incômodo.
Descrições de padrões de caso, sem identificação de pacientes.

Juliana Amaral
Havia um padrão que me incomodava: pacientes que melhoravam e voltavam. E voltavam de novo. Tratar apenas a estrutura que dói tinha um teto.
Me formei em fisioterapia há 10 anos pela UNISUL e me especializei no Conceito Mulligan, no Método McKenzie, em dor crônica, cefaleias, dor orofacial e zumbido somatossensorial. Depois foram cinco anos de pós-graduação em Osteopatia pela Escola de Osteopatia de Madrid, onde aprendi a tratar a pessoa, não a lesão. Vieram ainda os cursos de fáscias na Academia Brasileira de Fáscias, tratamento de cicatriz e sistema nervoso autônomo.
Atendo no Instituto Sanar, em Florianópolis.
"Existe um mundo com mais qualidade de vida e sem dor. É para isso que trabalho todos os dias."
CREFITO 245049 · Osteopatia (EOM) · Mulligan · McKenzie · Fáscias · Cicatriz · Sistema Nervoso Autônomo
Você não precisa viver com dor.
Na primeira consulta, avaliamos e já começamos o tratamento, sem depender de remédio. Vamos resolver juntas.